Voando com Boeing 727: Asas Linhas Aéreas pretende decolar em março

Concepção artística da identidade visual apresentada pela companhia. Contato Radar ©.

Os céus brasileiros terão em breve mais um jato Boeing 727 voando. No mês de junho do ano passado, noticiamos a respeito da nova companhia aérea com intenção de iniciar suas operações utilizando o clássico trijato, aeronave muito popular no transporte de cargas.

Com nome Asas Linhas Aéreas e fundada no ano de 2016, a empresa foi apresentada oficialmente ontem, 7, durante live no canal Taching For Free. Durante a transmissão, que contou com a participação dos diretores da companhia, foi divulgada a identidade visual das aeronaves e suas intenções iniciais.

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Base operacional e frota

Estabelecida no Aeroporto de São José dos Campos (SJK), interior do estado de São Paulo, a empresa tem intenção de decolar ainda no mês de março, com seu primeiro Boeing 727-200 em configuração cargueira.

Matriculado PR-IOC, o primeiro trijato da companhia já operou anteriormente na Sideral e RIO Linhas Aéreas. Com 38 anos de idade, a aeronave já conta com registro perante à ANAC tendo a Asas Linhas Aéreas como operadora. Estocado desde 2019, o avião ainda passará por processos de manutenção antes de iniciar as operações.

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Diretores e colaboradores da Asas na sede da companhia, localizada no Aeroporto de São José dos Campos.

Objetivos da Asas

Os planos iniciais da companhia, além de voar em março, incluem uma frota de três aeronaves até o final de 2021. Com relação as rotas, os executivos citaram como possibilidade a Rede Postal Noturna dos Correios (RPN), que atualmente possui diversos voos atendidos principalmente pela Sideral e Total Linhas Aéreas.

Além disso, o presidente e fundador da empresa, Orlando Menezes ressaltou que inicialmente a companhia será dedicada por completo ao transporte de cargas, ademais, citou que a região norte do Brasil será um dos focos da Asas, principalmente os locais atualmente mal assistidos.

Questionado sobre a possibilidade de transportar passageiros, Orlando classificou como algo inevitável, e que isso está nos planos futuros a médio prazo da empresa. Apesar disso, o executivo não deu maiores detalhes sobre por se tratar de uma questão estratégica.

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