Ecuatoriana, marca que já foi da VASP, obtém permissão para voar

No final do mês de agosto, a nova Ecuatoriana Airlines, entrou com pedido de licença para iniciar suas operações. Nesta semana o governo do Equador, concedeu a permissão para a empresa começar a voar em 2021.

A Ecuatoriana pretende agora iniciar o processo de certificação para demonstrar sua capacidade de operar as rotas solicitadas junto ao governo do país. A princípio a companhia pretende operar somente voos domésticos, com todos os voos partindo da capital Quito. Tendo destinos como as cidades de Coca, Cuenca, Esmeraldas, Guayaquil (a segunda maior cidade do país), Loja, Macas, Manta, Santa Rosa e Tulcán.

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Ainda não estão nos planos da nova Ecuatoriana ingressar em voos internacionais. Entretanto, os spotters ficarão na expectativa de voltar a ver as belas aeronaves colorindo os céus da América Latina. Assim como aqueles que marcaram época, nos anos 80.

Marca já pertenceu a brasileira VASP no passado

A companhia aérea Ecuatoriana de Aviación marcou época na aviação latino-americana. Por décadas chegou a ser a maior empresa aérea de bandeira do Equador. Na década de 80, para celebrar a entrada na era a jato, cinco Boeing 707 da companhia receberam pinturas especiais que prestavam homenagem a cultura indígena do país.

As cinco aeronaves, que eram muito coloridas, foram batizadas de Guayas, Chimborazo, Napo, Imbabura e Galapagos. As pinturas foram mantidas por uma década até a chegada do McDonnell Douglas DC-10-30.

Nos anos 90 a companhia passou a ser controlada pela VASP. A frota foi composta por dois Boeing 727-200, um DC-10-30 e um Airbus A310-300 receberam o mesmo padrão de pintura da companhia aérea brasileira.

A Ecuatoriana de Aviación chegou a operar regularmente no Brasil, com duas frequências semanais para São Paulo (GRU) alternando voos com Boeing 727-200 e o DC-10-30. Este último operava com prefixo brasileiro PP-SFB, assim como o Airbus A310 que também tinha prefixo brasileiro PP-SFH.

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