ANAC trabalha nos ajustes finais de retorno do Boeing 737 MAX no Brasil

Com o sinal verde divulgado hoje (18) pela a autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, a FAA, para o retorno do Boeing 737 MAX as operações, outros países já se posicionaram. Como foi o caso do Canadá e Brasil.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o processo de validação do retorno do MAX no Brasil está nos ajustes finais. Com as diretrizes publicadas pela FAA, a ANAC terá portanto, a conclusão para recertificação do modelo no país.

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“O objetivo é demonstrar que o projeto com as modificações propostas é seguro e atende aos requisitos de aeronavegabilidade necessários.

A decisão da autoridade de aviação civil norte-americana Federal Aviation Administration (FAA), que aprova as modificações necessárias para que a aeronave volte a ser operada nos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (18/11), foi resultado de um trabalho realizado em conjunto com a ANAC e outras autoridades de aviação civil no mundo, em especial a autoridade europeia European Aviation Safety Agency (EASA) e a canadense Transport Canada Civil Aviation (TCCA).

A partir desta diretriz da FAA, a ANAC procederá com os ajustes finais para conclusão do processo de validação para retorno do modelo Boeing 737- 8 MAX no Brasil. Após o término desse trabalho, o operador brasileiro da aeronave, que atualmente é a GOL Linhas Aéreas, deverá incorporar e demonstrar de forma satisfatória o cumprimento de todas as novas diretrizes, tanto em termos de projeto quanto de treinamento de pilotos.” Informou a ANAC em comunicado.

No Brasil, a GOL é a única operadora do modelo, tendo sete exemplares já entregues. A expectativa é do retorno do 737 MAX nas operações da companhia até o final de dezembro.

“A revogação da suspensão das operações comerciais do Boeing 737 MAX é um importante marco para a GOL, que participou de perto de todo o processo de recertificação da aeronave. A partir da liberação oficial da ANAC, estimamos que o 737 MAX retorne a voar em nossa frota em até 30 dias. Reforçamos que a Companhia trabalha para garantir o cumprimento de todos os requisitos técnicos e operacionais, incluindo treinamento de pilotos e tripulação. A Companhia reitera ainda sua confiança na Boeing, parceira exclusiva desde o início da operação, em 2001, e que a Segurança é e sempre será o valor número 1 da GOL.” Informou a companhia para o Contato Radar.

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