IATA estima 8 mil voos cargueiros para vacinação global

Enquanto não há solução definitiva para a atual pandemia, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) já está trabalhando na logística para o transporte das novas vacinas, quando forem comprovadas a eficácia. Um trabalho em conjunto não só com as companhias aéreas, mas como também operadoras aeroportuárias e organizações de saúde.

Desde o início da pandemia, as companhias aéreas tiveram que adequar-se ao “novo normal” momentâneo. Sem passageiros, os aviões foram utilizados para transporte de cargas. Principalmente suprimentos de equipamentos de proteção individual, como máscaras faciais, e testes rápidos.

Segundo a IATA, são estimados pelo menos 8 mil voos cargueiros para garantir toda a logística de vacinação global. Entretanto, para o transporte de vacinas, é necessário temperaturas muito baixas na cabine, o que pode ser necessário apenas aeronaves cargueiras dedicadas.

Segundo o diretor global de cargas da IATA, Glyn Hughes, “conhecemos muito bem os procedimentos. O que precisamos é expandi-los na medida em que for necessário”. “O envio seguro de vacinas será a missão do século para a indústria global de cargas aéreas. Mas ela não acontecerá sem haver antes um planejamento cuidadoso. E o tempo para se fazer isso é agora”. Declarou Alexandre de Juniac, diretor-executivo da IATA.

Assim como foi com máscaras faciais e testes rápidos, a preocupação da IATA é na segurança para as vacinas não serem roubadas. “As vacinas são mercadorias de alto valor. Devem ser aplicadas medidas para evitar que a carga seja adulterada e roubada”.

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