Até 2025, Delta quer retirar todos Boeing 717 e 767-300 além dos CRJ-200

O fim da linha para os Boeing 717 e 767-300 na Delta acontecerá nos próximos anos. A maior companhia aérea do mundo pretende retirá-los até 2025, já iniciando o processo de retirada (phase out) em breve.

Somente desses dois modelos, são 145 unidades, sendo dividos entre 91 Boeing 717 e 54 767-300, de acordo com o site Plane Spotters. Os 717 (terceira versão do antigo DC-9) são configurados com 110 assentos em três classes. A expectativa contudo é que serão substituídos pelos atuais modernos Airbus A220.

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Já os 767-300 possuem duas configurações, uma com 226 assentos e outra com 211, porém ambos com três classes. Estes são os principais utilizados nas rotas de longa distância da companhia, incluindo o Brasil, ao lado dos Airbus A330. A Delta conta com os novos Airbus A330-900neo e A350-900 para substituição nas principais rotas internacionais.

Entretanto, não só para os dois modelos da Boeing a aposentadoria está próxima. Sua divisão de voos regionais, a Delta Connection quer retirar até 2023 todos os atuais Bombardier CRJ-200. Ao todo são 100 jatos regionais que serão retirados. Para a divisão regional, a substituição ficará por tanto com os jatos brasileiros da Embraer, os E-Jets E175-E1.

Somadas as frotas da Delta e Delta Connection, são incríveis 1247 aeronaves. Apenas para efeito de comparação, a Azul, que detêm a maior frota do Brasil somando com a filial Azul Conecta, são 164 unidades.

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