PIA tem recurso rejeitado pela União Européia e restrição de voos estendida

Após denúncias de licenças falsas, a companhia foi proibida de voar no espaço aéreo europeu em 1º de julho deste ano.

Com a ocorrência de um acidente em maio e denúncias de falsas licenças de pilotos, a Pakistan International Airlines (PIA) foi proibida pela Agência de Segurança Aérea da União Européia (EASA) de voar e operar em todos os países da união econômica e política.

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A medida está em vigor desde o dia 1º de julho de 2020, por um período de 6 meses. A Pakistan International Airlines teve o direito de recorrer a decisão.

Com isso, a administração da companhia esteve em contato com a Agência para tentar reverter a situação, porém, não obteve sucesso. A EASA rejeitou o recurso da PIA para retomar os voos para a União Européia utilizando aeronaves próprias. Com uma frota de 31 aeronaves, a empresa deixa de atender seis destinos por conta da restrição.

A agência reguladora ainda optou por estender a proibição até pelo menos 31 de dezembro deste ano. A restrição ainda pode ser estendida ainda mais se a Autoridade de Aviação Civil do Paquistão não tomar medidas para melhorar a segurança, advertiu a EASA.

Por enquanto, a Pakistan International Airlines tem usado a capacidade de “wet lease”, ou seja, é um contrato em que uma companhia aérea (lessor) disponibiliza o avião com a tripulação completa para a operação de um voo.

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