Royal Air Maroc vai vender 20 aeronaves

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Diante do impacto causado pela pandemia no setor aéreo, as companhias aéreas estão fazendo grandes sacrifícios para conseguir manter as operações, parando aeronaves, cancelando rotas e demitindo funcionários como forma de tentar se reorganizar para a recuperação pós-crise.

A Royal Air Maroc, principal companhia aérea do Marrocos, também sentiu esses efeitos, ao ver o seu tráfego de passageiros despencar durante esse período de pandemia. Desde então, apenas voos cargueiros e de repatriação estão sendo realizados pela empresa.

A companhia aérea reportou um prejuízo mensal de 109 milhões de dólares desde o mês de março, quando as operações da empresa foram suspensas devido ao fechamento das fronteiras do Marrocos.

Decorrente disso, a companhia prepara um plano de recuperação desde o mês de Junho, onde com ajuda financeira do governo marroquino, realizarão a reestruturação da empresa. Infelizmente, para voltar ao equilíbrio econômico, serão necessárias cerca de 800 demissões e 20 aeronaves serão vendidas.

Da frota atual de 60 aeronaves, as 20 que serão vendidas pela empresa para reequilibrar as contas são: quatro Embraer’s 190, quatro Boeing’s 787 e 12 Boeing’s 737 NG.

Com a recuperação do tráfego, o CEO da Royal Air Maroc, Abdelhamid Addou, espera que esse valor possa chegar a 80% do que a companhia operava antes da crise no setor, o que será de suma importância para a saúde da empresa.

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