Processo de recertificação do MAX ainda não tem data de conclusão

No mês passado, a Boeing e a FAA (Federal Aviation Administration) iniciaram uma série de testes em voo visando a recertificação do 737 MAX.

A realização desses voos tiveram como principal objetivo dar continuidade ao processo de recertificação da aeronave, impedida de voar há 16 meses, onde diversas manobras e situações adversas foram executadas para testar as atualizações realizadas pela Boeing.

Após os testes, foram recolhidos os dados de desempenho dos respectivos voos, que passarão por análise do FAA para determinar se será necessário alguma correção adicional.

Nesta semana, a agência norte-americana publicou uma atualização sobre os testes do MAX. A FAA pretende publicar um Aviso de Proposta de Regra (NPRM) relacionada à Diretiva de Aeronavegabilidade do avião.

O objetivo, de acordo com a agência, é tornar o processo de recertificação da aeronave mais transparente, permitindo ao público comentar propostas de mudanças no projeto feitas para mitigar os problemas de segurança após dois acidentes fatais.

“A FAA não especula quando o trabalho será concluído. A agência continua a seguir um processo deliberado e levará o tempo necessário para revisar minuciosamente o trabalho da Boeing. Vamos liberar o MAX para voar somente depois que os especialistas em segurança da FAA estiverem convencidos de que a aeronave atende aos padrões de certificação”, afirmou a agência.

Sem indicar uma data, a FAA disse que emitirá a ordem “no futuro próximo” e que estará disponível ao público por 45 dias. Isso significa que o retorno do 737 MAX à operação, segundo portais norte-americanos, não ocorrerá antes de outubro.

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