PIA deve “terceirizar” voos para Europa e EUA

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Após o acidente recente com o Airbus A320 da Pakistan International Airlines, popularmente denominada de PIA, uma grande investigação tomou conta da empresa.

Em consequência disso, foi descoberta uma fraude nas licenças de cerca de 150 pilotos, sendo este um dos principais motivos para que a empresa fosse banida dos espaços aéreos da Europa e dos Estados Unidos.

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Entretanto, mesmo com o acidente recente e a atual pandemia, a PIA estava sendo responsável pela realização de diversos voos de repatriação dos paquistaneses que vivem fora do país. Esses voos foram realizados em cerca de 70 países, incluindo Europa e Estados Unidos, locais em que a empresa não pode mais voar.

Para não afetar ainda mais o transporte dos paquistaneses, a empresa está negociando a “terceirização” desses voos com uma companhia aérea privada, como forma de garantir que o resgate continue.

“O governo está cumprindo o compromisso do primeiro-ministro de repatriar paquistaneses no exterior presos em diferentes países do mundo devido à suspensão de vôos devido à pandemia” disse o assistente especial em segurança nacional do Primeiro Ministro (SAPM) , Dr. Moeed Yousuf.

Entretanto, as negociações são para que apenas a tripulação seja terceirizada, utilizando as próprias aeronaves da PIA para a realização dos voos. Não se sabe ao certo se isso permitirá que a empresa possa voar novamente para os países onde foi banida, mas a tentativa será discutida como forma de assegurar a retomada mais breve dos voos.

Enquanto não se chega à uma conclusão, os órgãos que regulamentam a aviação civil no país autorizaram a Salam Air a realizar excepcionalmente seis voos de repatriação de Muscate (MCT) para cinco cidades paquistanesas, em caráter excepcional.

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