Apesar do controle majoritário, Portugal não vai administrar a TAP

Conforme divulgamos aqui no Contato Radar, a TAP passará a ter maior parte do seu controle com o governo de Portugal. A estratégia foi tomada a partir da recusa do David Neeleman em aceitar as condições do aporte financeiro anteriormente.

Logo, o governo português negociou diretamente com a Atlantic Gateway cerca de 22,5% das suas ações. Além do pedido feito à Azul para abrir mão da possibilidade de converter seu empréstimo realizado no passado, em ações preferenciais. Com o valor pago à Atlantic, foi destinado para aquisição da parte administrada pelo Neeleman, deixando seu sócio Humberto Pedrosa como líder da parte privada.

Segundo o ministro Pedro Santos, afirmou que “o Estado não vai gerir a TAP. Faremos um processo de seleção contratando uma empresa que tem no quadro da sua atividade procurar no mercado internacional uma equipe qualificada.” Santos também confirmou a saída do atual presidente, o brasileiro Antonoaldo Neves, que comandou a Azul anteriormente.

O ministro também comentou que o “prejuízo da perda da TAP ultrapassaria largamente o esforço que teremos de fazer para a manter”, evitando ainda comentar sobre demissões ou redução de frota.

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