Maior investidor da Lufthansa pode decidir sobre ajuda governamental

Nos últimos meses, o maior grupo de aviação europeu, o Grupo Lufthansa, vem enfrando certa dificuldade para encontrar a saída e não aderir qualquer medida mais drástica como recuperação judicial. Essa possibilidade foi admitida pelo CEO do grupo, Carsten Spohr, que tinha receio dos governos exigirem parte do controle das companhias.

E assim não foi diferente, com o governo alemão propondo uma genorosa oferta de 9 bilhões de Euros (aproximadamente R$ 53 bi). Porém para isso ser possível, o governo da Alemanha passaria a deter 20% de participação na Lufthansa e mais dois assentos no conselho administrativo.

Para a aprovação, mais de dois terços dos acionistas com direito de voto, teriam que aprovar a favor do acordo. Inicialmente, o maior acionista da Lufthansa, Heinz Hermann Thiele, não tinha aceitado as condições impostas.

Thiele, que possui cerca de 15,5% das ações da Lufthansa deve encontrar com os ministros da pasta econômica da Alemanha para discutir a proposta. A reunião também vai contar com o CEO da companhia. Em carta para os funcionários, Spohr estava confiante que um acordo satisfatório para a companhia e todos os participantes seria definido nesta semana.

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