Maior fluxo de cargas diminui a queima de caixa nas empresas aéreas

Com toda a crise gerada em meio a atual pandemia, as companhias aéreas nos últimos meses, em geral, vem registrando inúmeros prejuízos causados pela queda na demanda por voos e restrições de viagens.

Uma luz no fim do túnel para as companhias, que se fez totalmente necessária, foi o crescimento da demanda por transporte de cargas, principalmente o de insumos hospitalares para auxiliar no combate a pandemia.

Muitas vezes com uma pequena frota dedicada exclusivamente ao trasporte de cargas, ou as vezes sem nenhuma aeronave freighter, muitas companhias transformaram aviões de passageiros para se dedicarem exclusivamente a voos cargueiros. Um dos casos foi o da American Airlines.

A companhia americana registrou um aumento no fator de transporte de cargas, o que permitiu reduzir consideravelmente os prejuízos diários com a queima de caixa causados pela baixa demanda de passageiros e voos. A “economia” no mês de maio chegou a 10 milhões de dólares por dia.

Aeronaves estocadas retornando a frota

Com alguns sinais de melhora, conforme noticiamos ontem, 10, a companhia American pretende tornar ativas 141 aeronaves que estão armazenadas em Tulsa (TUL) e Pittsburgh (PIT). Voltarão à malha 83 aeronaves da família Airbus A320 e 58 Boeing 737-800.

“Estamos vendo um aumento pequeno, mas constante, da demanda doméstica. Após uma análise cuidadosa, criamos uma programação de retorno em julho. Continuaremos com prudência para restaurar nosso serviço, para que nossos clientes possam viajar com segurança”, disse Vasu Raja, vice-presidente da American.

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