Extinguir assento do meio deve ser tendência no novo normal, dizem especialistas

Para ajudar a reviver o combalido mercado de transporte aéreo no mundo, companhias aéreas e fabricantes de aeronaves estão liderando campanhas para alertar o público de que continua seguro voar.

Para isso, contam com estudos de especialistas que garantem que o ar da cabine se renova frequentemente e é filtrado, mas não previne que as pessoas se contaminem ao tocar superfícies contaminadas.

Continua após a publicidade

O conselho federal de aviação dos Estados Unidos (NACA), que é composto por representantes de 18 linhas aéreas, discutiu no mês passado com a Secretária de Transportes dos EUA, Elaine Chao, contra exigências de limitação na capacidade das aeronaves, incluindo a extinção do assento do meio como medida de prevenção de aglomerações, alegando que isso pode levar prejuízo financeiro às companhias e até mesmo à falência.

A secretária ainda não respondeu. Existe um movimento no Senado americano que requeriu à secretária Chao através dos Senadores Maria Cantwell e Peter DeFazio tais exigências, justamente num mercado que cresceu e difundiu o movimento low cost/low fare, que aumenta a densidade a bordo de aeronaves comerciais.

“Não é totalmente livre de riscos o transporte aéreo, mas o risco é relativamente baixo.” Disse o Dr Dean Winslow, infectologista especialista no Stanford University Medical Center, formado na USAF (Força Aérea Americana).

“O sistema de renovação de ar é confiável, como já temos demonstrado, mas o risco se eleva proporcionalmente à quantidade de passageiros que estão a bordo e a distância entre eles.” Completou.

Compartilhe nas redes sociais

Acesse o Fórum Contato Radar para mais informações sobre a aviação no Brasil e no mundo clicando aqui!

Deixe uma resposta