Emirates analisa voos de longo curso com baixo custo

Como medida para reestruturação pós-pandemia da maior companhia de longo curso do mundo, a Emirates, o CEO da empresa, Tim Clark, questionou a viabilidade de operar um modelo de baixo custo e longo curso, diferente do atual serviço de alto padrão e custo mais elevado em relação a outras aéreas. A medida pode trazer clientes e auxiliar na retomada da demanda.

A frota atual da Emirates é composta por 268 aeronaves, sendo 115 Airbus A380 e 153 Boeings 777, nas variantes 200 e 300, que voam para mais de 160 destinos em todo o mundo, sendo significativamente uma das companhias mais afetadas pela atual pandemia.

“Longo curso, baixo custo … é algo que estamos vendo há algum tempo. Muito dependerá do que o combustível faz, muito dependerá dos preços desses, muito dependerá do que a concorrência faz e da reação a isso ”, disse Tim Clark em entrevista ao site Aviaton Week.

Mapa de destinos operados pela companhia.

Retomada gradual

A companhia quer voltar a voar para 16 destinos a partir do seu hub em Dubai (DXB). Essa possibilidade passou a ficar disponível com o fim da restrição de viajantes em trânsito no país árabe, permitindo realizar conexões em DXB.

Segundo a Emirates, as cidades contempladas são: Bahrain, Manchester, Zurique, Viena, Amsterdã, Copenhague, Dublin, Nova York, Seul, Kuala Lumpur, Cingapura, Jacarta, Taipei, Hong Kong, Perth e Brisbane. Dessa forma, a empresa volta a atender 29 cidades em todo o mundo, conectando com os destinos já atendidos anteriormente. Os voos já podem ser adquiridos através dos canais de vendas da companhia ou agentes de viagens.

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