El Al discute oferta realizada pelo governo

A situação que a companhia El Al (Israel) enfrenta não é das melhores. Devido à crise no setor, a demanda de voos no país e na região caiu drasticamente, forçando a empresa prorrogar a suspensão de todos os seus voos comerciais até o dia 30 de junho. Por outro lado, a El Al se compromete em manter os voos cargueiros e de repatriação, que estão sendo realizados desde o mês de março.

A companhia chegou a pedir um empréstimo ao governo de aproximadamente $400 milhões e que inicialmente foi negado. A contraproposta realizada pelo Ministério das Finanças de Israel foi de repassar apenas $250 milhões, com o restante do valor sendo investido via bolsa de valores. Executivos da El Al discutem a oferta do governo, já que as ações da companhia na bolsa que não fossem compradas por terceiros seriam bancadas pelo Estado.

Outra possibilidade é que com a abertura do capital da empresa seu maior acionista (a família Borovitz) não queira prosseguir no comando. Com sua participação diluída, abriria uma brecha ao governo de Israel para assumir o controle da El Al, tornando-a novamente em uma empresa estatal, algo que deixou de acontecer há mais de 15 anos.

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