Autoridades devem permitir retorno do 737 MAX antes de completar todas modificações

Mais de um ano se passou quando todos os Boeing 737 MAX foram impedidos de voar após dois acidentes fatais com o modelo. Agora, a Boeing encontra-se próxima de realizar a recertificação juntamente com a Federal Aviation Administration (FAA).

O motivo principal que levou o acontecimento dos acidentes, foram falhas de programação do sistema MCAS, que ficou bastante conhecido. Porém no decorrer de diversas vistorias no 737 MAX, as autoridades encontraram outras irregularidades, o que contribuiu para atrasar ainda mais o retorno.

Determinados problemas identificados que não afetariam a segurança de voo, poderão ser solucionados após o voo de recertificação com as atualizações no MCAS. Foi o que as autoridades aeronáuticas da Europa (EASA) e do Canadá sugeriram recentemente.

Para elas, essas demandas poderiam demorar mais tempo para a Boeing solucioná-las, atrasando ainda mais o retorno do 737 MAX. Porém de acordo com a própria EASA, a fabricante americana deverá garantir novos protocolos de segurança, como atualização no treinamento de pilotos e manuais do jato.

No último dia 17, o administrador da FAA, Steve Dickson, comunicou ao Senado do Estados Unidos, que ele mesmo estará pilotando o Boeing 737 MAX na recertificação. Para isso, Dickson que também é piloto e teve carreira na Força Aérea americana, vai passar por todo o treinamento novo necessário que qualquer piloto do 737 receberia para o MAX.

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