Após retorno de Havana e Auckland, Aerolíneas Argentinas programa novos voos especiais

Conforme divulgamos, a Aerolíneas Argentinas anunciou dois novos voos especiais para repatriação que conectará Buenos Aires (EZE) com Havana (HAV) e Auckland (AKL). O primeiro deles deixará HAV no sábado, 6 de junho, e fará uma escala em Punta Cana (PUJ) pousando na capital argentina na manhã do dia seguinte.

O voo para AKL servirá para os cidadãos de Nova Zelândia e residentes permanentes, partindo também no sábado (06). O retorno deverá ser aproveitado para transportar argentinos até o país natal.

Ambos os voos serão operados com o Airbus A330-200, com capacidade para 267 passageiros, sendo 24 assentos na classe Business a Club Cóndor e 243 assentos na classe econômica.

Esses voos representam o retorno da Aerolíneas Argentinas à Cuba após quatro anos e Nova Zelândia. A companhia também anunciou que fará voos especiais de repatriação para Barcelona (BCN), Londres (LHR) e Quito (UIO) ​​destinos que a empresa vem operando durante a pandemia global, mas que não fazem parte de sua operação regular desde então, há vários anos.

“Continuamos trabalhando para trazer os argentinos de volta ao país, mesmo em destinos em que a empresa não voa regularmente. Isso envolve muito esforço operacional em um cenário complexo. E podemos fazê-lo porque o compromisso dos trabalhadores em meio a esta crise é muito forte”, explicou Pablo Ceriani, CEO da Aerolíneas Argentinas.

Desde o dia 18 de março, quando as operações regulares foram suspensas, a Aerolíneas realizou 93 voos internacionais especiais que trouxeram 25 mil argentinos de volta ao país. Além dos voos de repatriação a empresa também vem operando voos cargueiros para a China com o objetivo de transportar suprimentos essenciais de saúde na luta contra a pandemia global para Argentina. Nesta semana a empresa anunciou que fará 15 voos de carga no mês de junho para Xangai (PVG), a empresa modificou uma de suas aeronaves Airbus A330-200, removendo filas de assentos para expandir a capacidade de armazenamento.

No total, desde que o primeiro voo especial para a China partiu em meados de abril, quase 290 toneladas de insumos hospitalares de combate a pandemia foram importados para o país.

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