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A semana decisiva para a Lufthansa finalmente teve um desfecho. Em uma decisão tomada por reunião virtual, os acionistas aceitaram a ajuda de 9 bilhões de Euros para a maior companhia aérea da Europa.
O acordo não agradava inicialmente alguns acionistas, como o seu principal, Heins Thiele que detêm 15,5% de participação. Para a realização deste empréstimo, o governo da Alemanha ficaria com 20% das ações da companhia, dois assentos no conselho administrativo e perderia alguns slots nos principais aeroportos.
Thiele juntamente com executivos da Lufthansa, incluindo o CEO Carsten Spohr, reuniram com autoridades do governo essa semana para discutir a proposta. Seu voto poderia ser decisivo para a continuidade do acordo.
Como o Grupo Lufthansa possui diversas companhias e em outros países, Spohr temia que para conseguir empréstimos com os governos, pudessem pedir participação da companhia em troca. O executivo chegou a analisar que uma possível recuperação judicial poderia ser vantajoso, assim evitaria a necessidade das companhias caírem nas mãos dos governos.
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