British Airways e Iberia consideram retirar seus Boeing 747 e Airbus A340

O Grupo IAG, formado pelas companhias British Airways e Iberia, apresentou os relatórios financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2020. Segundo o comunicado, a IAG teve perdas de 535 milhões de euros (aproximadamente R$4,4 bilhões) impulsionada pela crise mundial que está afetando drasticamente o setor aéreo.

Como forma de se adaptar no novo contexto, a IAG pretende: reduzir de cerca de 140 entregas de novas aeronaves no período de 2020 e 2022, para 68; acelerar a aposentadoria de duas unidades do Boeing 747 e avaliar a possibilidade de retirada total dos Boeing 747 e Airbus A340, que voam na British Airways e Iberia respectivamente.

Recentemente, a British Airways levou para Teruel (TEV) na Espanha, cinco de seus jumbos para retirada de frota no mês passado. Ao todo a companhia conta ainda com 28 unidades do modelo, que tornou-se ícone para a British assim como o Concorde, tendo inclusive pintado alguns de seus 747 em pinturas comemorativas de seu centéssimo aniversário.

Já a Iberia, conta com 14 Airbus A340-600, tendo o mais antigo em operação recebido em junho de 2003 (próximo de fazer 17 anos). Assim com os Airbus A340-300 que operavam na companhia espanhola, foram responsáveis pelas operações de longo alcance. No Brasil, o jato podia ser visto operando com frequência em São Paulo (GRU).

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