NetJets, maior empresa de táxi aéreo do mundo, também sofre com os efeitos do surto epidêmico

Diante do atual cenário de crise econômica mundial, o grupo NetJets também enfrenta problemas. A empresa de táxi aéreo norte-americana, que também possui subsidiárias na Europa e na Ásia, anunciou um corte de 25% do seu quadro de funcionários e a redução de 60 para 25 aeronaves a serem recebidas ao longo deste ano.

O CEO e chairman da NetJets, Adam Johnson, comentou que a demanda por voos executivos na empresa caiu significantemente desde o meado do mês de março e que alguns destinos estão suspensos por tempo indeterminado, como Itália, China e Coreia do Sul. Em relação aos empregados, foi oferecida licença não remunerada com assistência médica paga à tripulação de voo e à equipe do escritório corporativo.

“Diariamente, vemos o número preocupante que isso está assumindo na aviação executiva”, disse Johnson em sua carta aos acionistas. “Marcas conhecidas com apoio financeiro aparentemente forte já cessaram as operações. É lógico supor que outras aguardam a aprovação dos empréstimos e doações disponíveis a eles sob a Lei CARES*.” A empresa reitera que está cumprindo com todas as orientações sanitárias estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

*Nos Estados Unidos, há uma lei destinada a lidar com as consequências econômicas da crise e permite que os empregadores adiem o pagamento da parcela da taxa de seguridade social dos empregadores por até dois anos. Há também o fornecimento de crédito para empregadores cujas operações foram suspensas ou cuja receita diminuiu significativamente devido à pandemia.

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